terça-feira, 10 de junho de 2014
SHOPPING JARDIM ARUJÁ SERÁ INAUGURADO NO FINAL DE 2016
O projeto de 150 milhões de reais será administrado pela Lumine Soluções
Há cerca de 10 anos existe o projeto da instalação de um Shopping
domingo, 8 de junho de 2014
SELEÇÃO MÁSTER BRASIL X SELEÇÃO ARUJAENSE MÁSTER
Em comemoração ao 55º aniversário de Arujá, um grande público
lotou o Estádio Municipal de Arujá para acompanhar os grandes craques do
futebol brasileiro do passado. A Seleção Máster Brasil trouxe para Arujá vários
ídolos do futebol brasileiro, por exemplo, Serginho Chulapa, Edu (ponta
esquerda do Santos F.C.), Neto (comentarista da Rede Bandeirante), Edu Bala (da
Academia do Palmeiras), Zé Maria, Vladimir, Dodô, Fabiano (ex-São Paulo), Capitão
(da Portuguesa), João Paulo (ponta Esquerda do Santos), Vampeta, Sergio
(ex-goleiro do Palmeiras), etc. O árbitro da partida foi Oscar Roberto Godói. O jogo
terminou 6x2 para a Seleção Máster Brasil. No primeiro tempo o Máster Brasil já
vencia por 5x0, dois gols do Neto (um de pênalti), dois gols do Dodô e um do
Edu (ex-Santos). No segundo tempo, Sergio (filho do Serginho Chulapa) marcou o
6º gol. Para os veteranos de Arujá anotaram Juliano e Coca. Depois do jogo, a
festa continuou com um churrasco para todos os presentes.
| Mano's com o ex-jogador e comentarista Neto |
| O árbitro Oscar Roberto Godói. |
| Serginho Chulapa |
| Duas lendas do futebol brasileiro. Edu do Santos e Edu Bala do Palmeiras |
| O irreverente Vampeta |
| Modelos pousam com Secretário de Esporte Vicente Nasser do Prado |
| Vice-prefeito Luis Bananeiro, Oscar Godói e Vladimir |
| O jogador Capitão da Portuguesa |
| Seleção Master Brasil |
| Seleção Master Arujá |
| Ex-jogador do São Paulo, Dodô |
| Ex-ponta esquerda do Santos João Paulo |
| Um grande público lotou as dependências do estádio Municipal de Arujá |
Jogo fácil para os veteranos do Brasil Máster |
quinta-feira, 5 de junho de 2014
EM SEIS MESES, PREFEITURA DE ARUJÁ ARRECADOU MAIS DE 800 MIL REAIS EM MULTAS DE TRÂNSITO
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| Avenida Mario Covas, que liga Arujá a Guarulhos, é a campeã de radares em Arujá, são 3 os equipamentos instalados na via |
De acordo com a publicação municipal, o total bruto arrecadado referente aos seis meses é da ordem de R$ 854.125,15. A arrecadação dos meses de outubro, novembro e dezembro de 2013 alcançou pouco mais de meio milhão de reais, ou seja, R$ 539.420,91. Desse valor, R$ 233.245,53 foram multas aplicadas através de equipamentos eletrônicos (radares fixos) instalados nas seguintes vias: Avenida Adília Barbosa Neves, Avenida Mario Covas (3 radares), Avenida dos Expedicionários e Avenida Renova dos Santos.
A arrecadação nos três primeiros meses de 2014 foi um pouco menor do que nos três últimos meses do ano passado. O total que entrou nos cofres municipais referente a multas de trânsito foi de R$ 314.704,24. Desse total, R$ 149.492,03 vieram através dos radares. A arrecadação só com os radares fixos referente aos seis meses foi de R$ 382.737,56, ou seja, se não houvesse os radares, haveria uma brutal diminuição de multas, e conseqüentemente de arrecadação. Levando-se em conta os dados da prefeitura, parece que os motoristas em Arujá, não costumam observar os limites de velocidade.
LEI MUNICIPAL: A Lei Municipal de número 2.572 de outubro de 2013, lei do vereador Rogério Gonçalves Pereira (Rogério da Padaria - PT) aprovada por unanimidade pela Câmara de Arujá, e sancionada pelo Executivo, obriga o prefeito a tornar público de três em três meses, o valor total do dinheiro arrecadado pelo município através de multas. Obriga também a prefeitura a divulgar de forma pública todos os gastos inerentes ao Departamento de Trânsito. Os dados têm que ser divulgados nos jornais do município.
5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente e Ecologia
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| Amazônia: Maior floresta tropical do mundo e maior reserva de água doce do planeta |
A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro
promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar
de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como
conferência das Nações Unidas.
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| Essa planta só existe no Brasil, a Vitória Régia da Amazõnia |
Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às
questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos
governantes diante do problema.
| Amazônia, todo lugar tem água |
A importância da data está relacionada às discussões que se
abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da
biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de
ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais,
dentre outros.
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| Entretanto, no Brasil a poluição põe em risco as reservas de água |
A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação
ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à
população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da
natureza.
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| O Brasil, em pleno Século 21 tem lixões a céu aberto, na maioria de seus Estados |
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| Descarte de lixo e entulho no meio ambiente, ainda é prática comum no Brasil |
E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando
lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro
todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as
gerações futuras viverão sem riscos.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
DIA 4 DE JUNHO, DIA INTERNACIONAL DAS CRIANÇAS VÍTIMAS DE AGRESSÕES.Todos os dias, cerca de 360 crianças e adolescentes são vítimas de violência no país
São Paulo – Adolescente agitado, Lucas** fica tímido ao mostrar suas mãos. Em uma delas, há uma marca de infância. Mas não é uma marca que nasceu com ele. Ela surgiu quando uma pessoa da família utilizou um garfo quente para repreendê-lo e o queimou. “Até hoje eu tenho [a marca]. Nas costas também, mas lá acho que não tenho mais as marcas”, contou ele à Agência Brasil.
Lucas tem 13 anos. É filho adotivo e começou a apanhar “de cinta e de fio” da mãe e do cunhado depois que o pai morreu. Em vários desses momentos, fugiu para a casa de um amigo para se livrar das agressões. “Tinha vezes em que eu dormia lá”, falou. “Se eu não lavasse a louça, eles [a mãe e um cunhado] me batiam. Se eu não acordasse na hora certa, eles me batiam. Aí eu fugi de casa e esse foi um dos motivos que me levaram ao abrigo”, disse o adolescente, um entre milhares de exemplos de vítimas de violência doméstica em todo o país.
Dados divulgados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República mostraram que 77% das denúncias registradas por meio do Disque 100, entre janeiro e novembro deste ano, são relativas à violência contra crianças e adolescentes, o que corresponde a 120.344 casos relatados. Isso significa que, por mês, ocorreram 10.940 agressões, o que dá uma média de 364 denúncias por dia.
Já o Disque Denúncia 181, serviço criado em 2000 pelo Instituto São Paulo contra a Violência e pelo governo paulista, por meio da Secretaria de Segurança Pública, registrou 6.603 denúncias de maus-tratos contra crianças entre janeiro e outubro deste ano em todo o estado, o que dá uma média diária de 22 denúncias. O número é superior ao do mesmo período do ano passado, quando foram registradas 6.028 denúncias.
Para Ariel de Castro Alves, presidente da Fundação Criança e vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), é difícil deduzir, por esses números, se os casos de violência envolvendo crianças e adolescentes têm crescido ou se as pessoas estão denunciando mais. “É difícil medir se os casos estão aumentando. Na verdade, a sociedade está muito mais alerta e mais atuante diante de casos de abusos e de violência contra crianças e adolescentes. Isso é um fator muito positivo no país nos últimos anos. As pessoas estão denunciando mais, sendo menos coniventes e omissas”.
Nenhum dos dois serviços de denúncia contabiliza quantos desses casos registrados referem-se especificamente à violência doméstica. Mas sabe-se que o número é grande. “Hoje, temos muitas vítimas de violência doméstica. De maus-tratos e de espancamento”, disse Maria Aparecida Azevedo, que coordena as três casas de acolhimento da Fundação Criança, uma organização municipal focada na defesa e na garantia de direitos de crianças e adolescentes, que funciona em São Bernardo do Campo (SP).
“Os casos que chegam para nós são de abuso sexual, de criança negligenciada e abandonada e de criança queimada e espancada. Essa é a violência doméstica que está vindo para as casas de acolhimento”, explicou Maria Aparecida.
A violência doméstica pode gerar traumas para as crianças e os adolescentes, disse Alves. “Muitas vezes, elas [crianças e adolescentes] são vítimas daquelas pessoas em quem confiam, que entendem ser as pessoas que cuidam delas. Por isso, há dificuldade para assimilarem uma situação desse tipo. Esse é o trauma maior. A pessoa que tinha que proteger é a que acaba violando o direito dessas crianças e adolescentes. Isso gera um trauma, uma desconfiança permanente com relação aos adultos e dificuldade depois de convivência com outras pessoas. Isso pode, muitas vezes, gerar também prejuízo no desenvolvimento educacional”, disse, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo Helen Vivili Santana Carmona, diretora técnica adjunta da Fundação Criança, grande parte dessa violência contra crianças e adolescentes tem como motivação principal o uso de álcool ou de drogas pelos pais. “Temos um índice grande de pais com problemas psiquiátricos e que fazem uso abusivo de álcool, que são geradores de violência”, explicou.
Outro fator que contribui para a violência doméstica contra crianças e adolescentes, disse Helen, é a ineficiência do Estado. “A violência doméstica é gerada por uma ineficiência do Estado. A falta dessa rede de atendimento e de serviços, que contemple a necessidade da família, faz com que essa violência esteja aí, latente, nas famílias mais vulneráveis”, acrescentou. Pela ineficiência do Estado, esclareceu Helen, entende-se a falta de uma política habitacional adequada, falta de políticas envolvendo a empregabilidade e também questões nas áreas de saúde, educação e até atendimento psicológico precário ou inexistente. “Essas famílias têm essa dificuldade financeira e isso acaba gerando outros tipos de violência. A questão financeira é geradora das demais violências. Já tivemos relatos de mães que tiveram seus filhos acolhidos por conta da questão financeira e que acabaram agredindo o filho porque ele pediu comida”, contou. “O Estado precisa olhar para essas questões”.
Alves citou outro motivador da violência doméstica. “O que estimula a violência é também a impunidade”, disse. Para ele, todos os órgãos que trabalham com a questão envolvendo a defesa dos direitos da criança e do adolescente, “desde a denúncia no Disque 100 [federal] ou no 181 [estadual], passando pelo Conselho Tutelar, pelas delegacias, pelas promotorias ou varas especializadas” precisam funcionar e atuar de forma integrada para combater a impunidade. Também é necessário, destacou, criar, ampliar ou melhorar as redes de proteção social de atendimento familiar para prevenir os casos de violência. A ideia seria, na sua opinião, educar os pais para que possam educar seus filhos de maneira adequada.
Lucas vive há cerca de um ano em um dos abrigos em São Bernardo do Campo. Lá, ele e a família passam por acompanhamento médico, psicológico, educacional e social. Alguns dos fins de semana Lucas passa com a família. “Agora eu não apanho mais”, contou. A ideia do programa desenvolvido na Fundação Criança é que Lucas volte a viver com a família, agora mais preparada para educá-lo. “A nossa proposta é a de reintegração familiar. Acolhimento não é lugar de criança. Ela deve estar no seio familiar, senão biológico, da família extensiva ou até comunitária”, acrescentou Helen.
TEXTO DA AGÊNCIA BRASIL (EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÕES)
terça-feira, 3 de junho de 2014
PM É ENCONTRADO MORTO DENTRO DE CARRO NO CENTRO DE SANTA ISABEL
| Muitas curiosos se aglomeraram na Avenida Brasil em frente a pequena via onde se deu o fato trágico |
| O veículo Gol, cor prata era para onde se dirigiam os olhares. No interior do veículo, jazia um cadáver |
Isolado por fitas, a rua estava interditada, só os policiais Militares e policiais civis
tinham acesso ao local. Os olhares se fixavam em um carro modelo Gol com placas
de Santa Isabel, de cor prata, estacionado na via pública.
No interior do
referido veículo, que estava com os vidros cobertos por plásticos pretos se
encontrava um cadáver de um homem jovem. Fato que chamava a atenção é que a frente
do veículo estava amassada. Segundo informações colhidas no local, a vítima era
um Policial Militar de Santa Isabel, e teria cometido o suicídio com a arma da
corporação, uma pistola .40 (só a perícia da Polícia Civil confirmará essa versão). Informações em off, continham a versão de que o policial
teria atirado contra a própria cabeça, a arma se encontrava no seu colo.
De
acordo com o Boletim de Ocorrência registrado na delegacia de Santa Isabel, a
vítima era o PM Adriano da Silva Santos, 29 anos. O soldado PM, conforme o BO,
estava sentado no banco do motorista com uma perfuração de disparo de arma de
fogo na cabeça do lado direito com saída para cima (o tiro teria sido dado de
baixo para cima), estando o revólver modelo Taurus .40 entre suas pernas. Foi
apreendido pelo perito, projétil deflagrado encontrado no interior do veículo,
a pistola .40 junto com carregador, 15 projéteis íntegros, e o próprio veículo
onde se deu a cena do crime. O material recolhido iria passar por perícia. O
corpo foi encaminhado ao ILM.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
DIA 2 DE JUNHO: DIA INTERNACIONAL DA PROSTITUTA
No dia 2 de junho de 1975, 150 prostitutas
ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França. Elas protestavam contra
multas e detenções, em nome de uma guerra contra o rufianismo (atividade de
quem tira proveito da prostituição alheia), e até contra assassinatos de
colegas que sequer eram investigados.
Além disso, maridos e filhos de prostitutas
eram processados como rufiões, por se beneficiarem dos rendimentos das
mulheres. Tabernas deixaram de alugar quartos para as trabalhadoras do sexo,
com medo da repressão policial. A igreja e a população de Lyon apoiaram a
manifestação e deram proteção a elas.
A ocupação da igreja foi transmitida por todos os meios de comunicação, no país e no exterior, inclusive no Brasil. As mulheres exigiam que o seu trabalho fosse considerado “tão útil à França como outro qualquer”. Outras 200 prostitutas percorreram as ruas de carro distribuindo folhetos, com denúncias de que eram “vítimas de perseguição policial”, o que as impedia de trabalhar. Uma carta foi enviada ao presidente Giscard d’Estaing.
O movimento se ampliou para outras cidades francesas, como Marselha, Montpellier, Grenoble e Paris, onde colegas também entraram em greve. No dia 10 de junho, às 5 horas da manhã, as mulheres da igreja de Saint-Nizier foram brutalmente expulsas pela polícia.
Ao ter a coragem de romper o silêncio e denunciar o preconceito, a discriminação e as arbitrariedades, chamando a atenção para a situação em que viviam, as prostitutas de Lyon entraram para a história. A partir desse dia, as prostitutas passaram a ter mais respeito, e alguns anos depois tem passaram a ter direitos trabalhistas. Por isso, o dia 2 de junho foi declarado, pelo movimento organizado, como o Dia Internacional da Prostituta.
A ocupação da igreja foi transmitida por todos os meios de comunicação, no país e no exterior, inclusive no Brasil. As mulheres exigiam que o seu trabalho fosse considerado “tão útil à França como outro qualquer”. Outras 200 prostitutas percorreram as ruas de carro distribuindo folhetos, com denúncias de que eram “vítimas de perseguição policial”, o que as impedia de trabalhar. Uma carta foi enviada ao presidente Giscard d’Estaing.
O movimento se ampliou para outras cidades francesas, como Marselha, Montpellier, Grenoble e Paris, onde colegas também entraram em greve. No dia 10 de junho, às 5 horas da manhã, as mulheres da igreja de Saint-Nizier foram brutalmente expulsas pela polícia.
Ao ter a coragem de romper o silêncio e denunciar o preconceito, a discriminação e as arbitrariedades, chamando a atenção para a situação em que viviam, as prostitutas de Lyon entraram para a história. A partir desse dia, as prostitutas passaram a ter mais respeito, e alguns anos depois tem passaram a ter direitos trabalhistas. Por isso, o dia 2 de junho foi declarado, pelo movimento organizado, como o Dia Internacional da Prostituta.
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