terça-feira, 8 de julho de 2014

PMDB DE ARUJÁ VOLTA PARA AS MÃOS DO EX-PREFEITO GENÉSIO SEVERINO DA SILVA

Genésio Severino da Silva, foi vereador por três vezes e prefeito de Arujá
pelo PMDB. Agora ele volta às origens políticas
O PMDB de Arujá voltou para as mãos do ex-prefeito Genésio Severino da Silva. Essa foi a informação passada em reunião convocada pelo próprio Genésio, realizada na noite da última segunda-feira (dia 7 de julho). O ex-prefeito de Arujá, disse que foi pego de surpresa quando foi convidado na última semana para uma reunião na Assembléia Legislativa de São Paulo, onde foi lhe foi oferecido a presidência do PMDB de Arujá. Genésio se negou a dizer os nomes dos políticos que participaram da referida reunião no Legislativo paulista.

Genésio foi vereador três vezes e prefeito por Arujá pelo PMDB. Na última eleição municipal, Genésio foi obrigado a sair candidato a prefeito pelo DEM, porque membros do PMDB naquela oportunidade o traíram e apoiaram o então candidato a prefeito  que hoje está no poder. Genésio disse que por ora continua filiado ao DEM, e garantiu que até a próxima eleição municipal outros partidos políticos o apoiarão para a campanha a prefeito. O ex-prefeito disse que o provável presidente do PMDB de Arujá será o Vanderley Antonio dos Santos, e o autorizou a montar a Executiva do partido e fazer a filiação de pessoas que desejam ir para as fileiras da sigla partidária.



Vanderley foi Chefe de Gabinete no mandato de prefeito do Genésio. “O PMDB voltará a ser o que era antes”, comentou o Vanderley Antonio dos Santos. Alípio Ferreira da Silva, que havia saído do PMDB recentemente, disse que diante da boa notícia, voltará a se filiar na sigla partidária. Os comentários na reunião eram de que algumas pessoas que tinham se desfiliado da agremiação política, ou mesmo outros que haviam se afastado, voltarão para o PMDB. Genésio Severino da Silva fez questão de deixar claro na reunião que é candidato a prefeito por Arujá em 2016, e qualificou como boatos as notícias de que estaria inelegível, por conta de processos judiciais quando era prefeito. 

domingo, 6 de julho de 2014

GRUPO BOM JESUS FUNERÁRIA INAUGURA EM SANTA ISABEL UM DOS VELÓRIOS MAIS MODERNOS DA REGIÃO

O Agente Funerário Robson Silva, no escritório da Funerária Bom Jesus em Santa Isabel
     O Grupo Bom Jesus Funerária com sede própria em Santa Isabel (em frente à Santa Casa) e em Arujá (Funerária Pax Arujá, em frente ao Cemitério Municipal do Jardim Rincão) inaugurou há cerca de um mês, em Santa Isabel um dos mais modernos velórios da região do Alto Tietê. Pensando em um empreendimento a altura do cidadão isabelense e acreditando sempre no potencial do município, a Funerária Bom Jesus não poupou esforços para apresentar ao cliente, principalmente em uma hora tão difícil como o da perda de um ente querido, um velório moderno, confortável e aconchegante. 

Fachada da Funerária Bom Jesus em Santa Isabel
     São quatro espaços para velar o corpo, além de salas de espera com confortáveis poltronas e televisores. Além disso, a Funerária Bom Jesus disponibiliza banheiros para os deficientes físicos e uma cozinha para os familiares e amigos. A Funerária Bom Jesus, também disponibiliza um serviço personalizado da urna funerária, dos enfeites florais na urna, coroas de flores, e também presta serviço de translados (nacionais e internacionais). 

     Segundo o agente funerário Robson Silva, o Grupo Bom Jesus Funerária também tem um Plano de Assistência Familiar ao alcance de todas as famílias. Esse plano familiar engloba o titular e mais nove pessoas sem taxa de adesão, tanto para Santa Isabel como para Arujá. Robson Silva, disse ainda que o Grupo Bom Jesus Funerária tem funcionários altamente capacitados e experiência de 21 anos no ramo de funerária.  
Uma das salas de espera da Funerária Bom Jesus


AGENTE FUNERÁRIO EXPLICA COMO É PREPARADO O CORPO PARA O VELÓRIO 

     O Agente Funerário e Representante Comercial Robson Silva, 38 anos, morador de Santa Isabel, trabalha há 15 anos no ramo de funerária. Robson faz tudo nessa área, desde o primeiro atendimento aos familiares, até o preparação do corpo para o velório. O agente funerário salientou que para trabalhar nesse ramo, tem que gostar do que faz, e também tem que ter muito carinho e respeito pelo próximo.  

Uma das salas para velar o corpo
     Ele explica que antes de fazer a necromaquiagem (técnica de embelezamento do rosto do falecido para o velório) é realizado primeiramente uma higienização do corpo, ou seja, o cadáver é lavado, se for necessário. No caso dos homens, diz o Robson, o passo seguinte é fazer a barba do falecido. Depois, ele explica que através de produtos específicos se faz o embelezamento do rosto, tornando a fisionomia do morto mais bonita e agradável. Robson Silva, disse que outro procedimento obrigatório é o chamado tamponamento, que significa tampar alguns orifícios do falecido – normalmente nariz e boca –, para evitar vazamento de líquidos. 

Outra sala de velório
     O agente funerário relatou também que a última etapa é vestir o corpo com as roupas cedidas pela família. De acordo com o Robson, a parte seguinte, com o cadáver já na urna, é adornar o caixão com enfeites florais. Quando o falecido vai ser enterrado em outra cidade ou outro Estado da Federação, e a previsão é que o sepultamento vai demorar mais de 24 horas, é necessário, segundo o agente funerário, fazer a formalização do cadáver, ou embalsamamento, nesse segundo caso, técnica realizada em clínica especializada. 


      Robson explicou que a formalização consiste em retirar o sangue do corpo, e injetar no seu lugar, um líquido conhecido como formol. Ele explica que o procedimento é para que o corpo não comece a entrar em decomposição no período do velório e do enterro. Em ambos os casos, o laudo do trabalho empregado no corpo é fornecido aos familiares pelo próprio agente funerário. Depois disso, falou o Robson, o cadáver está pronto para o transladado até a cidade onde será sepultado.     



sexta-feira, 4 de julho de 2014

VEREADOR WILSON FERREIRA É CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL PELO PSB

           
Vereador Wilson Ferreira
O vereador Wilson Ferreira (PSB) teve seu nome confirmado para a eleição de Deputado Estadual na convenção do PSB realizada no dia 20 de junho, na Assembléia Legislativa.
            Na mesma convenção, o PSB Estadual fechou apoio à reeleição do Governador Geraldo Alckmin (PSDB), que terá como Vice-Governador o Dep. Federal Márcio França (PSB) e selou o apoio à candidatura de Eduardo Campos e Marina Silva (PSB) para Presidente e Vice-Presidente da República.
            Na visão do PSB, Arujá e parte significativa do Alto Tietê, onde se inclui Itaquaquecetuba e Santa Isabel, necessita de um representante à altura na Assembléia Legislativa, capaz de fazer com que as demandas, principalmente, nas áreas da saúde e segurança, possam ser ouvidas pelo Governo Estadual, mas também, alguém que tenham uma ficha realmente limpa.
            No seu segundo mandato como vereador de Arujá, pois assumiu a vereança arujaense em janeiro de 2009, como suplente, tendo permanecido até março de 2012 no cargo, quando foi reeleito, o vereador Wilson Ferreira, 45 anos, é casado e pai de dois filhos. Wilson Ferreira é advogado há 17 anos, e Procurador Jurídico do Município de Itaquaquecetuba.
            Na sua visão, cidades como Arujá, Itaquaquecetuba e Santa Isabel, as primeiras transformadas em grandes canteiros de obras civis do Governo do Estado, voltadas para o saneamento básico (SABESP), visando à despoluição do Rio Tietê e também, à mobilidade urbana, como as obras do Rodoanel, precisam de uma atenção maior nas áreas de saúde e segurança pública.
            Para ele, investimentos e obras em infra-estrutura são importantes quando acompanhadas de outras iniciativas que atendam as demais necessidades das pessoas.


terça-feira, 1 de julho de 2014

VEREADOR PARAÍBA CAR DENUNCIA MORTE DE BEBÊ NA MATERNIDADE DE ARUJÁ

Maternidade Municipal Dalila
Ferreira Barbosa
O vereador Paraíba Car (PSDC), causou desconforto aos vereadores da base governista e perplexidade ao público que acompanhava a sessão da Câmara no dia 30 de junho, quando denunciou da Tribuna do Legislativo que um bebê (de seis meses de gestação) tinha nascido prematuramente na Maternidade de Arujá, mas teria morrido em seguida por falta de uma UTI Neonatal.

Para piorar o quadro de horrores, segundo palavras do vereador, a Maternidade tratou o caso como se a gestante tivesse abortado o bebê. Paraíba disse que o feto teria sido jogado no lixo hospitalar. O vereador qualificou a Maternidade de “matadouro municipal”. Disse ainda que a suposta vítima de negligência da referida unidade hospitalar, registrou Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia local e que está tomando as providências no âmbito judicial.

Os vereadores da base governista reagiram e questionaram o denunciante. O líder do governo Reynaldinho (PTB) disse que todo caso tem os dois lados de uma moeda, numa alusão de que ali só existia uma versão (a do vereador Paraíba). O líder do governo, disse ainda o seguinte: “se (o caso) não seria mais uma denúncia falastrona e fantasiosa do Paraíba”, e acrescentou que a Comissão de Saúde da Câmara não foi comunicada sobre o fato, assim como o Conselho de Saúde do município.

Sobre a denúncia, o vereador Gil do Gás (PRB) disse que os profissionais da Maternidade e do PA central de Arujá tinham que ser respeitados, pois “são profissionais competentes que já salvaram muitas vidas”. O que irritou o vereador Gil, teria sido a frase “matadouro de Arujá,” proferida pelo Paraíba quando se referiu à Maternidade. Gil do Gás acrescentou da Tribuna que muitos pacientes de cidades vizinhas (caso de Itaquaquecetuba e Guarulhos) utilizam o sistema de saúde arujaense, acarretando um sobrecarga às unidades de saúde.

Aproveitando o “gancho”, o vereador Sidnei Schaide (PR) relatou que uma gestante teve que ir cinco vezes à Maternidade, até conseguir fazer a cesariana. O vereador Renato Caroba (PT) disse que a Câmara precisa investigar a denúncia, “que é muito grave”. Por sua vez, Rogério da Padaria (PT) comunicou que vai solicitar ao vereador denunciante, que repasse para Comissão de Saúde da Câmara todos os documentos relativos ao caso, para que a denúncia possa ser investigada.



quinta-feira, 19 de junho de 2014

ARUJÁ, INDÚSTRIA DAS LOMBADAS?

Lombadas infernizam motoristas de Arujá
Dirigir pelas ruas e avenidas de Arujá está cada vez mais difícil, não por ter muitos buracos nas vias, mas sim, pelo excessivo número de lombadas. A lombada é importante? Claro que é. Em algumas vias é mais que necessária. Mas em Arujá, parece que existe uma indústria das lombadas.

Por exemplo, a pequena e pouca movimentada rua onde moro no Parque Rodrigo Barreto não haveria a necessidade de lombada, mas ela está lá a infernizar motociclistas e motoristas.

E o pior, o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) determina o tamanho correto para as lombadas, altura e largura. Em Arujá percebe-se facilmente que essa norma é desrespeitada, pois existem lombadas de todos os tamanhos (altura e largura). Algumas lombadas são absurdamente altas (o fundo do carro bate na lombada), colocando em risco os motoristas e danos no automóvel. Para piorar, muitas placas alertando o motorista sobre a lombada estão colocadas em cima do próprio redutor de velocidade, isso é piada de mau gosto.

Além disso, a zebra (faixas amarela e preto em cima da lombada, sinalização visual) em muitos casos está desgastada ou totalmente apagada, levando o motorista a confundir a lombada com o asfalto, podendo levar a acidentes graves. Por exemplo, quando foram colocadas as lombadas na Estrada do PL, ocorreram vários acidentes, inclusive queda de motoqueiros.

É comum morador pedir lombadas para ruas calmas, sem a mínima necessidade. Na Câmara, é difícil ver uma sessão ordinária onde não há indicação de lombadas. Só existem lombadas porque, infelizmente o motorista brasileiro não tem educação no trânsito e não respeita limite de velocidade. Mas tem que ter também bom senso por parte da população e da prefeitura, pois é o motorista é que é penalizado.

sábado, 14 de junho de 2014

DISCURSO DO DEPUTADO FEDERAL IVAN VALENTE DA TRIBUNA EM BRASÍLIA, SOBRE A ATUAÇÃO DA IMOBILIÁRIA CONTINENTAL EM GUARULHOS

Sr. Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Subo a tribuna neste dia para fazer uma grave denúncia. Milhares de famílias, que a mais de 30 anos começaram a adquirir lotes para construção de suas casas próprias nos bairros Parque Continental 1, 2, 3, 4 e 5, no município de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, estão vivendo uma situação dramática, sofrendo ameaças, ações de despejo e outras consequências das irregularidades cometidas pela Imobiliária e Construtora Continental, que tem como seu principal sócio o empresário Walter Luongo.

Segundo relatos dos moradores, em janeiro de 1981 foram iniciadas as vendas dos lotes para a população, principalmente para famílias de baixa renda, que seduzidas por anúncios de propagandas realizadas em programas de rádio de grande audiência, perseguiam o sonho de dar fim ao pagamento de aluguel e construção da casa própria.

As vendas, desde o início, eram feitas sem critérios precisos. Os contratos não definiam com exatidão o preço à vista dos lotes, não apresentavam as taxas de juros aplicadas no parcelamento e as multas por atraso a cada momento eram estabelecidas por índices diferentes.
Além disso, senhoras e senhores deputados, os lotes não estavam dentro dos parâmetros definidos pelo Plano Diretor da Cidade, que estipulava que no mínimo deveriam ter 250 m² de área, sendo cada um deles fracionados pela metade, ou seja, com 125 m², o que impede a regularização no Cartório de Registro de Imóveis.

A Imobiliária também não cumpre com os requisitos para a aprovação dos loteamentos, pois não realizou e não realiza o plano urbanístico, com asfaltamento das ruas, calçadas, não implantando no loteamento água, esgoto e energia elétrica, sendo estes requisitos mínimos para uma vida digna.

Em 1984, o empresário Walter Luongo continuava vendendo outros loteamentos com a mesma formatação, dentre eles o Jd. Fortaleza, com aproximadamente 20.000 famílias, o Jd. Bambi, com aproximadamente 8.000 famílias, o Jd. Presidente Dutra, o Jd. Santa Edwirges, além de outros loteamentos em outros municípios como Arujá, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba etc. São mais de 300 loteamentos.

Até 1989, a Imobiliária não cumpriu com os requisitos necessários para a implantação do loteamento do Parque Continental 1, 2, 3, 4 e 5. Naquele ano uma Ação Civil Pública foi iniciada pelo Ministério Público contra a Imobiliária e Construtora Continental, a Prefeitura de Guarulhos e os Adquirentes (compradores) dos lotes em relação aos Parques Continentais.

O Ministério Público pede o bloqueio dos bens da Imobiliária Continental, a proibição das vendas dos lotes e que a Prefeitura de Guarulhos se manifeste em relação aos crimes ambientais praticados pela Imobiliária e rompa o silêncio com relação ao loteamento irregular.

Toda esta situação causa uma insegurança jurídica muito grande para os compradores – muitos não possuem conhecimento específico para tratar deste assunto como contadores, economistas, advogados etc. – e acabaram gerando três situações:

1. Algumas pessoas pararam de pagar, pois não tinham condições de arcar com tamanha desproporção com sua renda familiar e os valores que as parcelas atingiram. Outros deixaram de pagar por não conseguir entender se a Continental tinha ou não o direito de cobrar, pois se sentiam enganados pelo loteamento estar irregular e sofrer várias ações judiciais e nunca ter recebido nenhuma benfeitoria feita pela imobiliária (asfalto, água, luz, esgoto).

2. Após o pagamento de todas as parcelas e ao solicitar para a Imobiliária e Construtora Continental a liberação para o registro no Cartório de Imóveis de Guarulhos, uma nova conta era apresentada para o comprador, O VALOR RESIDUAL, que não consta no contrato e não é um valor que tenha uma relação clara e transparente no contrato. Muitos não concordam com esta cobrança abusiva e não a pagaram.

3. Quem pagou os valores cobrados a título de VALOR RESIDUAL, ao cobrar a liberação de documentos para fazer a transferência no Cartório de Registro de Imóvel, não consegue, pois os bens da Imobiliária e Construtora Continental estão indisponíveis.

Muitos moradores deixaram de dar uma vida digna para sua família, sacrificaram os estudos de seus filhos, sua saúde, sua alimentação, suas roupas, e mesmo após ter pago por meio lote na periferia de Guarulhos um valor até seis vezes maior do que o valor de mercado, este cidadão não é dono de nada. Ele não pode registrar, não pode vender.

A cada dia que passa famílias estão sendo despejadas de seus lares. Os moradores alegam que ninguém os ouve, que o Ministério Público sugere que façam abaixo-assinado com mais de 700 assinaturas, que o Procon fala que este assunto não é deles, que a Defensoria Pública alega falta de conhecimento específico para este assunto e que a OAB se cala.

Na avaliação dos moradores, o judiciário tem procurado não entender o que está acontecendo, pois se atem a uma simples relação de direito “Pacta Sun Servanda”, deixando de analisar mais a fundo todo o relato aqui exposto.
No último ano, a Imobiliária e Construtora Continental iniciou uma ofensiva jurídica pesada, com cerca de 40 a 100 ações por mês contra os moradores com o objetivo de tirá-los dos loteamentos Parque Continental 1, 2, 3, 4 e 5, exigindo a rescisão contratual, a cobrança de aluguel desde a data da compra do terreno, a retirada destes moradores sem o pagamento das benfeitorias feitas (construção de suas casas), a cobrança de multa por ter construído as casas fora de padrões de mercado e outros pedidos.

Os moradores alegam que a Continental não quer receber valores, pois sua jornada jurídica é mais vantajosa tomando posse destes imóveis já construídos e vendendo posteriormente, quando ganham muito mais, agora com um loteamento já com ruas, água, esgoto etc. Neste ano, afirmam que aproximadamente 600 famílias serão tiradas de seus lares com estas ações, e o número para os próximos anos é ainda maior. Até hoje este loteamento é irregular, há 35 anos. A Construtora continua vendando os seus lotes e mesmo assim os moradores estão sendo expulsos das suas casas.

Trata-se de uma situação absurda, que demonstra de maneira inequívoca como são tratadas as classes populares neste país, em benefício de alguns poderosos, economicamente privilegiados e que dispõem de advogados caros e benefícios estatais. Enquanto isso, a espoliação urbana segue nas periferias sem que haja qualquer regulação por parte do Estado. A especulação impera em Guarulhos e nas metrópoles brasileiras.

É preciso dar um basta a tudo isso. Nosso mandato se solidariza e apoia a luta dos moradores dos loteamentos do Parque Continental por seus direitos. A organização e a mobilização apontam o correto caminho para fortalecer suas reivindicações.
Muito obrigado.
Ivan Valente
Deputado Federal PSOL/SP

terça-feira, 10 de junho de 2014

CAVALGADA EM ARUJÁ NO DIA 15 DE JUNHO

Cavaleiros e amazonas sobem a Avenida dos Expedicionários em Arujá,
montados em seus garbosos animais 
Uma grande cavalgada pelas ruas do centro de Arujá é esperada para o próximo domingo, dia 15 de junho. A concentração de cavaleiros e amazonas será na rotatória da Avenida Mário Covas com a Avenida João Manoel. 

A concentração começará por volta de 11 horas, mas a saída da cavalgada será as 13h00. Homens, mulheres, jovens e crianças de Arujá, Santa Isabel e Itaquaquecetuba, montados em seus cavalos, ou sentados em charretes, sairão em desfile com seus animais pela Avenida João Manoel, ruas do centro, e depois subirão pela Avenida dos Expedicionários e finalizarão a cavalgada no Clube Arujá Park no início da estrada de Santa Isabel. 

O organizador do evento é o Pedro Almeida, 62 anos, proprietário do estabelecimento Selaria Alvorada. Esse não será o primeiro evento do seu Pedro. Ele informou que no ano passado fez uma cavalgada que foi um grande sucesso. Esse ano ele espera a participação nessa cavalgada de cerca de 300 a 400 pessoas.