GRAVIDEZ DE ABRIGADA
O vereador Paraíba Car, fez uma denúncia grave na última sessão do Legislativo. Ele disse que tem documentos em mãos (os processos estão à disposição no Fórum de Arujá) de um caso rumoroso que ocorreu cerca de seis anos atrás em Arujá, com uma adolescente que se encontrava abrigada (sob a tutela da prefeitura de Arujá). Segundo o Paraíba, a adolescente simplesmente engravidou dentro de um abrigo da prefeitura.
DE 70 MÉDICOS........
O vereador Wilson Ferreira (PSB) disse da Tribuna, que todas as vezes que acontece um problema grave nas unidades de saúde de Arujá, aparecem promessas celestiais de que tudo será investigado. O vereador relatou da Tribuna que ficou surpreso e preocupado quando os diretores falaram que a CEJAM só tem contratados nove médicos de um total de 70 médicos que atendem no PA do Barreto, no PA Central e na Maternidade. Ele disse que diante desse fato, fica caracterizado a quarteirização dos serviços de saúde em Arujá. A maioria dos médicos trabalharia em Arujá através de uma Cooperativa de Médicos.
........SÓ 9 SÃO DA CEJAM
Wilson questionou: Qual o comprometimento (de bom atendimento) que esses médicos teriam com o povo arujaense? Devido a carga horária, muito deles só viriam uma vez por semana para atender em Arujá. Qual seria o vínculo desses médicos com o paciente de Arujá? Enfim, qual seria a importância do contrato entre a prefeitura de Arujá e a CEJAM? Wilson Ferreira, falou que vai verificar para ver se tem alguma ilegalidade nesses fatos. A CEJAM é a responsável pelo atendimento da saúde pública municipal de Arujá, e recebe dos cofres municipais, cerca de um milhão e 800 mil reais por mês.
FALTA HOSPITAL
O vereador Reynaldo Gregório (Reynaldinho-PTB) disse da Tribuna da Câmara que Arujá tem que ter mais equipamentos no Pronto Atendimento para atender a população de Arujá. Ele cita ultrassonografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada. Mas, em Arujá existe apenas Pronto Atendimento. Para ter esses equipamentos (de fundamental importância para a população) é preciso ter verdadeiramente um Pronto Socorro e um Hospital em Arujá.
VIVO
O serviço prestado pela VIVO em Arujá está cada vez pior. São ligações que não se completam, ligações que caem, ligações com barulhos (interferências) ou simplesmente depois da discagem o celular permanece mudo. E é justamente no Brasil onde a tarifa de celular é uma das mais caras do mundo.
MORTE NO PA
A morte suspeita de Keli Cristina nas dependências do PA de
Arujá motivou a prefeitura a emitir uma nota para imprensa sobre o caso. O
comunicado diz que a Prefeitura de Arujá instaurou sindicância para a apuração
de uma suposta negligência dos médicos no atendimento da paciente Keli
Cristina, que veio a falecer no dia 29 de outubro. De acordo com a nota, a
prefeitura também pediu o afastamento de todos os médicos da CEJAM envolvidos
no atendimento prestado a jovem. A nota
também informa que “todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas” (para a
apuração das responsabilidades envolvendo a morte de Keli Cristina).
NOTA PARA IMPRENSA
O antigo Pronto Atendimento de Arujá que ficava na Vila
Rimam, e os PAs atuais (do Parque Rodrigo Barreto e o Central) foram palcos de
muitas mortes suspeitas, inclusive algumas delas repercutiram na mídia da
região e até na mídia nacional, como o caso da Keli Cristina, que foi notícia
em vários telejornais da Rede Record. Mas, a prefeitura historicamente sempre
se omitiu, nem nota para imprensa, nem condolências para as famílias, enfim,
nenhuma explicação, era como se o caso não fosse com eles. E para piorar, os
jornais locais, ou não noticiam o caso, ou a apresentam sem um rigor
jornalístico que o caso mereceria.
FALTOU COMUNICAÇÃO
Se a prefeitura de Arujá tivesse agido rápido e divulgado
uma nota sobre um suposto estupro de uma criança dentro de uma unidade
municipal de responsabilidade da Secretaria de Educação de Arujá, talvez a
repercussão do caso não teria sido tão intensa. Lembrando que o caso está sendo
investigado pela Polícia Civil e, por enquanto, ninguém não sabe se houve
estupro, e em caso positivo, se o fato se deu realmente dentro da unidade
escolar.
EXONERADA
Segundo o vereador Paraíba Car (PSDC) a Conselheira
Municipal que tentou convencer a mãe da criança supostamente abusada, para não
levar o caso para frente, e também para que ela não concedesse uma entrevista
para uma Rede de Televisão, foi exonerada do Conselho Tutelar. Era o mínimo que
o prefeito, ou os responsáveis pelo CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da
Criança e do Adolescente) poderiam fazer. Mas, jogar agora toda a culpa na funcionária,
é tratá-la como bode expiatório é muito cômodo para a prefeitura. É difícil
acreditar que a Conselheira trapalhona agiu de forma espontânea e pessoal,
nesse caso. A polícia tem que investigar
e descobrir se ela seguiu orientações, e quem a teria orientado.


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