Não sei se é
inédito, mas com certeza, raro de acontecer, ou seja, na noite do dia nove de
março, na sessão do Legislativo, o prefeito Abel Larini (PR) sofreu uma derrota
na Câmara de Arujá. Três de quatro projetos de leis aprovados pelos vereadores
e que tinham sido rejeitados pelo Abel Larini (PR) tiveram os vetos do
Executivo derrubados. No caso da derrubada do veto, mesmo contra sua vontade, o
prefeito será obrigado a sancionar a lei que passa a vigorar.
Um dos projetos
de lei em que os vereadores rejeitaram o veto do prefeito é de autoria do vereador
Gil do Gás (PRB). O projeto isenta os moradores que residem em ruas ou avenidas
que tenham feiras-livres de pagar 50% do IPTU. Gil do Gás explicou que as
feiras livres causam vários tipos de transtornos aos moradores, por exemplo, o
residente é obrigado a tirar seu carro da garagem de madrugada e colocá-los na
rua (correndo o risco de o automóvel ser roubado), senão o morador fica
impedido de usar seu veículo no horário da feira, e enquanto a prefeitura
recolhe o lixo, além do barulho, e também do lixo e do odor.
Outro projeto de
lei que tinha sido vetado pelo prefeito Abel Larini (PR) e teve o veto
derrubado pela Câmara, é o do vereador Castelo Alemão (PR) que obriga os bancos
de Arujá a começar o atendimento ao público às 10h00 da manhã, e não 11 horas
como ocorre hoje. Por fim, outro projeto de lei que foi vetado pelo
administrador municipal, mas validado pelos vereadores, através da derrubada do
veto, é do vereador Rogério da Padaria (PT). O projeto diz respeito à
realização de vistorias técnicas nas escolas municipais de Arujá.
O único veto do
prefeito acatado pela maioria dos vereadores foi outro projeto do vereador do
Gil do Gás, que proibia o transporte de botijões de gás e de galões de água em
motos, e em caçambas de caminhonetes. Os produtos ficam expostos ao sol, à chuva,
e representam perigo em caso de acidentes.
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